A INTELIGÊNCIA E SUAS POLÍTICAS: O CAMPO DISCURSIVO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS ACERCA DA SUPERDOTAÇÃO

  • Cássio Eduardo Soares Miranda Universidade Federal do Piauí - UFPI

Resumen

O artigo aborda as modificações das políticas públicas voltadas para indivíduos superdotados, começando com uma análise da concepção da educação na Grécia Antiga, cujas ideias filosóficas fundamentaram a compreensão moderna da inteligência e do potencial humano. A investigação traça o desenvolvimento histórico das primeiras iniciativas direcionadas a superdotados, com destaque para o século XX, quando o reconhecimento e a institucionalização dessas políticas se intensificaram. O estudo realiza uma análise comparativa das abordagens adotadas pelo Brasil e Portugal, examinando as particularidades e convergências das políticas públicas em cada país, considerando os contextos históricos, culturais e políticos que influenciaram sua formulação. Também são discutidos os desafios e avanços observados ao longo do tempo. Por fim, destaca os progressos na institucionalização e na legislação de apoio à inclusão de superdotados, mas também evidencia os desafios persistentes na implementação efetiva dessas políticas. Ressalta a importância de uma abordagem educacional que valorize a diversidade intelectual e enfatiza a necessidade de uma compreensão da inteligência como uma estrutura dinâmica e culturalmente contextualizada, podendo impactar a formulação e aplicação das políticas educacionais.

Publicado
2025-12-23
Cómo citar
MIRANDA, C. E. S. A INTELIGÊNCIA E SUAS POLÍTICAS: O CAMPO DISCURSIVO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS ACERCA DA SUPERDOTAÇÃO. Educte: Revista Científica do Instituto Federal de Alagoas, v. 16, n. 1, p. 178-200, 23 dic. 2025.
Sección
Artigos