PRODUÇÃO DE INSETICIDA NATURAL ATRAVÉS DE AULA PRÁTICA REMOTA

  • camila silva Escola Estadual Manoel André
Palavras-chave: Educação. Tecnologia. Quarentena

Resumo

Com a integração de atividades práticas nas aulas de ciências a aprendizagem torna-se mais clara e prazerosa para os discentes, propiciando geralmente bons resultados no processo de ensino aprendizagem principalmente ao se trabalhar conteúdos de difícil compreensão propiciando dessa forma um elo entre o conteúdo estudado e a própria vivência do aluno. Muitas plantas sintetizam metabolitos secundários, que são compostos envolvidos no processo de defesa e proteção das plantas contra o ataque de insetos repelindo, inibindo, ou os matando por atividade tóxica. Algumas espécies de insetos são pragas urbanas e são responsáveis por causarem doenças. As picadas de insetos causam diversos transtornos que propicia cada vez mais o uso de inseticidas industrializados, porém seu uso pode provocar sérios danos à saúde. Já os inseticidas naturais são bem mais seguros. O presente trabalho objetivou-se produzir um inseticida natural a base de hortelã e cravo-da-índia para combater insetos. O estudo foi desenvolvido de forma remota pelos alunos da Escola Estadual Manoel André com a participação de alunos dos 9° anos e do Ensino Médio. A hortelã foi mergulhada em 200ml álcool etílico hidratado 70ºGL juntamente com o cravo, e o bicarbonato de sódio. O inseticida mostrou-se bastante eficiente para o combate de uma variedade de insetos. Dessa forma a atividade prática, remota, foi capaz de propiciar um momento de vasta aprendizagem sobre as propriedades repelentes e inseticidas de determinados grupos de vegetais, além de instigar os alunos a curiosidade, investigação e reflexão tornado os sujeitos ativos no processo de construção do conhecimento. Palavras-chave: Educação. Tecnologia. Quarentena.
Publicado
2021-11-12
Como Citar
silva, camila. (2021). PRODUÇÃO DE INSETICIDA NATURAL ATRAVÉS DE AULA PRÁTICA REMOTA. EDUCTE: Revista Científica Do Instituto Federal De Alagoas, 12(1), 1661 a 1668. Recuperado de https://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/1884
Seção
Artigos