https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/issue/feedExtifal2026-08-06T14:00:24-03:00Comitê Editorialrevista.extifal@ifal.edu.brOpen Journal Systems<p>A Revista EXTIFAL é uma publicação on-line de fluxo contínuo vinculada ao Instituto Federal de Alagoas (IFAL), dedicada à divulgação de experiências, práticas e reflexões produzidas no âmbito da extensão acadêmica. A revista busca promover o diálogo entre saberes acadêmicos e populares, valorizando ações que contribuam para o desenvolvimento social, cultural, educacional e tecnológico dos territórios em que o IFAL atua. Voltada a estudantes, servidores e parceiros externos, a EXTIFAL publica artigos e relatos de experiência que evidenciem o compromisso com a transformação da realidade a partir do protagonismo social. A EXTIFAL ainda não foi avaliada pela CAPES e não possui qualis. Até o presente, os manuscritos não possuem identificador digital.</p>https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2360ECONOMIA SOLIDÁRIA - ITES IFAL ECOSOL2026-08-03T11:34:09-03:00Beatriz Medeiros de Melobeatriz.melo@ifal.edu.brRodrigo de Melo Lucenarodrigo.lucena@ifal.edu.br<p>É com satisfação que a Incubadora Tecnológica de Economia Solidária IFAL Ecosol (ITES) comemora seus 3 anos de existência – completados neste mês de julho – com a publicação deste número especial que reúne relatos de experiência de trabalhos de assessoria/incubação que vem sendo desenvolvidos por servidores e servidoras com o propósito de potencializar a transformação dos territórios e comunidades por meio do trabalho coletivo e da intercooperação que envolve grupos produtivos, estudantes e egressos/as, instituições e agentes públicos e organizações da sociedade civil.</p>2026-08-03T00:00:00-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2289MELIPONICULTURA E O DESPERTAR DO PROTAGONISMO FEMININO E DE JOVENS DO MUNICÍPIO DE MURICI POR MEIO DE AÇÕES EXTENSIONISTAS VINCULADAS À ECONOMIA SOLIDÁRIA2026-08-03T11:34:09-03:00André Suêldo Tavares de Limaandre.sueldo@ifal.edu.brJosé Pedro Silvajose.pedro@ifal.edu.br<p>Meliponicultura é o cultivo de abelha sem ferrão e este relato de experiência foi decorrente de duas ações extensionistas intituladas “Cultivo de abelhas sem ferrão por mulheres empreendedoras” e “Cultivo de abelhas sem ferrão por agricultoras empreendedoras” vinculados aos programas institucionais “Mulheres Empreendedoras” e PEAF (Agricultura Familiar), respectivamente. Ao longo do projeto, participaram jovens de diferentes séries e escolas de Murici-AL, além de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Também houve contato direto com agricultoras de diversas comunidades, promovendo diálogo e troca de saberes. Foram realizadas 15 rodas de conversa com atividades teóricas e práticas utilizando materiais e equipamentos próprios da meliponicultura. As estudantes da EJA demonstraram grande interesse, percebendo a atividade como alternativa de geração de renda. As agricultoras, por sua vez, ampliaram seus conhecimentos sobre a contribuição das abelhas para a produção agrícola. As rodas de conversa tiveram papel central na construção coletiva do conhecimento, promovendo participação ativa e esclarecimento de dúvidas. O projeto contribuiu para a difusão de práticas sustentáveis, proteção ambiental e fortalecimento da economia solidária, culminando na formação de uma rede local de interessados na meliponicultura em Murici-AL.</p>2026-07-31T16:38:13-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2332COMUNICAÇÃO DIGITAL EM INSTITUIÇÕES DO TERCEIRO SETOR2026-08-03T20:15:27-03:00Emerson Magalhães dos Santosemerson.santos@ifal.edu.brISADORA PADILHA de Holanda Cavalcantibelasartes@yahoo.com.brCláudia Cordeiro de Assisclaudia.assis@ifal.edu.br<p>O objetivo deste trabalho é relatar a experiência do projeto de extensão “Comunicação Digital em Redes Sociais para Instituições do Terceiro Setor”, desenvolvido pelo Núcleo Maceió da Incubadora Tecnológica de Economia Solidária do Instituto Federal de Alagoas (Ifal EcoSol), entre agosto e dezembro de 2024. Trata-se de um relato de experiência de natureza descritiva e qualitativa, realizado em parceria com uma organização não governamental (ONG) local, com participação de discentes do curso técnico de Informática para Internet. O projeto foi organizado em cinco fases: planejamento e preparação, implementação e lançamento, engajamento e expansão, avaliação e consolidação, e encerramento, totalizando 18 semanas de atividades. As ações envolveram análise de público-alvo, produção de conteúdo digital, gerenciamento de redes sociais, criação de materiais gráficos, campanhas de arrecadação e monitoramento de resultados. Como resultados, observou-se ampliação do alcance digital da instituição parceira, aumento do engajamento nas redes sociais, fortalecimento da imagem institucional e implementação de estratégias sistemáticas de comunicação e captação de recursos. Para os estudantes, a experiência proporcionou desenvolvimento de competências técnicas e sociais, vivência prática em comunicação digital e construção de portfólio profissional. Conclui-se que a extensão acadêmica, articulada às práticas de comunicação digital, pode contribuir significativamente para o desenvolvimento de organizações do terceiro setor, promovendo inclusão informacional, fortalecimento comunitário e democratização do acesso às tecnologias de comunicação.</p>2026-07-31T16:00:07-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2333EXTENSÃO E INCUBAÇÃO COMO COMUNICAÇÃO2026-08-03T11:34:09-03:00Beatriz Medeiros de Melobeatriz.melo@ifal.edu.brMárcio Yabemarcio.yabe@ifal.edu.brMariana Calheiros Angelo Lessamarianna.lessa@ifal.edu.brLidiane de Almeida Pereiralidiane.pereira@ifal.edu.br Diogo Ferreira de Almeida Regodiogo.rego@ifal.edu.br<p>Este relato de experiência apresenta o percurso de uma relação de comunicação e partilha entre servidores/as do IFAL e camponeses/as do Vale do Paraíba alagoano, que se inicia em 2017 por meio de projetos de extensão, e se desenvolve em experiências de incubação no campo da economia solidária a partir de 2023. Partimos, por um lado, da compreensão da relação de extensão enquanto comunicação, e da importância de (re)contar experiências vividas para convidar à reflexão, transmitir sentidos e transformar realidades. Por outro, consideramos as experiências de incubação enquanto tecnologias sociais para o fortalecimento de grupos autogestionários a fim de melhorar suas condições de vida e trabalho. Com esse pano de fundo, recuperamos ações desenvolvidas junto aos sujeito/objetos deste relato, que passam por diferentes etapas: um período de aproximação e diagnóstico, com projetos de pesquisa e extensão que promoveram debates, palestras, rodas de conversa, visitas técnicas; e uma sequência de assessorias a diversas ações, como a constituição do Coletivo de Comercialização Roça do Vale, articulação do fornecimento da alimentação escolar do campus Viçosa via PNAE, reativação e assessoria ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural e Sustentável e, mais recentemente, constituição da primeira cooperativa de agricultura familiar da região, a Cooperativa Roça do Vale, e o Grupo de Consumo Responsável Campo no Campus. A rememoração deste processo evidencia o princípio da extensão enquanto comunicação defendido por Paulo Freire: aprendemos juntos, e juntos nos constituímos (camponeses/as e membros/as da incubadora) enquanto sujeitos na luta por melhores condições de vida e trabalho.</p>2026-07-31T15:56:25-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2328DESAFIO DE IDEIAS COMO FERRAMENTA PARA DIAGNÓSTICO E INCUBAÇÃO TERRITORIAL2026-08-03T11:34:10-03:00Rodrigo de Melo Lucenarodrigo.lucena@ifal.edu.brTamisa Ramos Vicentetamisa.vicente@ifal.edu.brGeraldo Luíz Valle dos Santosgeraldo.santos@ifal.edu.br<p>Durante o ano de 2025, o Núcleo Marechal da Incubadora de Economia Solidária do IFAL, se aproximou da comunidade Riacho Velho em Marechal Deodoro, distante do circuito turístico, porém, com enorme potencial agrícola, gastronômico, cultural, e de Turismo de Base Comunitária, sobretudo pelas riquezas de sua fauna e flora. Essa aproximação se deu por meio da execução do Desafio de Ideias Teia Tech, ação extensionista inovadora que teve como propósito, a mobilização dos/as estudantes e egressos na proposição de soluções tecnológicas e inovadoras para a integração do Riacho Velho ao desenvolvimento do Município, com base no seguinte problema a ser resolvido: “A baixa visibilidade do potencial do território do Riacho Velho para o desenvolvimento socioeconômico do Município de Marechal Deodoro”. O Desafio de Ideias foi executado de forma coletiva, utilizando a metodologia de design Thinking, buscando o envolvimento direto da comunidade, prefeitura e câmara de vereadores em todas as suas fases, sendo necessário que as soluções respondessem à seguinte pergunta desafio: “Como podemos aproveitar o potencial do Riacho Velho para impulsionar o desenvolvimento socioeconômico da região, propondo ações tecnológicas, inovadoras, sustentáveis e de base local?”. O resultado da ação, também foi importante como estratégia de promoção de diagnóstico de demandas oriundas do território que puderam ser assumidas pela incubadora, abrindo possibilidade deste núcleo da IFAL Ecosol iniciar um processo de incubação territorial. Ressaltamos que tínhamos quatro projetos sendo desenvolvidos, mas após a banca de validação das ideias, um deles não teve continuidade por desistência da equipe responsável, restando três soluções que avançaram até a apresentação final, sendo aprovados por banca constituída de membros/as dos órgãos públicos e comunidade, e estão em processo de implantação.</p>2026-07-31T16:10:06-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2306ENTRE SABERES E RESISTÊNCIAS2026-08-03T11:34:10-03:00Érika Sabrina Felix Azevedoerika.azevedo@ifal.edu.brJoão Manoel da Silvajoao.manoel@ceca.ufal.brDiego Fellipe de Souzadiego.fsouza@ufpe.br<p>Este relato de experiência analisa as contribuições de um projeto de extensão voltado ao empoderamento econômico e social de mulheres vinculadas ao Sindicato de Olho D’Água das Flores, em Alagoas, a partir dos princípios da economia solidária. Envolveu cerca de 60 mulheres, com idades entre 16 e 65 anos, atuantes em atividades produtivas e na comercialização por meio de feiras locais. As ações contemplaram rodas de conversa, oficinas de capacitação e acompanhamento das práticas produtivas, articulando formação crítica, desenvolvimento de habilidades e fortalecimento coletivo. Os resultados indicam avanços significativos na ampliação da autonomia das participantes, no uso de ferramentas digitais para comercialização e no fortalecimento da participação social e institucional das mulheres no sindicato. Observou-se também a construção de redes de apoio e o desenvolvimento de maior consciência sobre direitos e desigualdades de gênero. Contudo, persistem desafios relacionados à baixa escala produtiva, à dependência de mercados locais e às limitações estruturais que impactam a sustentabilidade dos empreendimentos. Fundamentado em autores da economia solidária e do feminismo crítico, o estudo evidencia que o empoderamento feminino, nesse contexto, deve ser compreendido como um processo contínuo, que articula dimensões econômicas, sociais e políticas. Conclui-se que a integração entre formação, prática e organização coletiva constitui uma estratégia potente para a promoção do desenvolvimento local sustentável e da justiça social, ainda que demande continuidade e fortalecimento de políticas públicas e redes de cooperação.</p>2026-07-31T16:19:34-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2329ECONOMIA SOLIDÁRIA E EMPODERAMENTO DAS MULHERES DA AMAJE ATRAVÉS DE AÇÕES EXTENSIONISTAS DO INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS2026-08-03T13:54:20-03:00Maria José Oliveiramaria.artes@ifal.edu.brCinthia Régia dos Santos Freitascinthia.freitas@ifal.edu.brJosimar Barbosa dos Santosjosimar.barbosa@ifal.edu.brMarcos Javier Alarcón Gallardomarcos.gallardo@ifal.edu.br<p>Este estudo reflete sobre as relações afetivas e institucionais estabelecidas entre servidores do Instituto Federal de Alagoas – IFAL, campus Coruripe e marisqueiras, pescadoras e artesãs da AMAJE - Associação de Mulheres em Ação de Jequiá da Praia. Formado por mulheres, a AMAJE representa um coletivo de empreendimento sustentável voltado para a melhoria da qualidade de vida de pescadoras, marisqueiras, pescadoras e artesãs de comunidades ribeirinhas. Sua atividade primária é o reaproveitamento do resíduo do siri, promovendo a segurança alimentar que pretende-se tornar fonte de renda e referência no município. Outra atividade consiste em capacitar mulheres para a produção do artesanato sustentável, turismo de base comunitária, além do empreendedorismo no ramo da panificação. Esta parceria iniciou-se em 2017 através do programa “MULHERES MIL” que, ao longo dos anos, fez emergir ações que foram se consolidando e, recentemente, foram executados quatro projetos distintos, independentes e provenientes de diferentes áreas do conhecimento, porém complementares, — todos igualmente vinculados à pró-reitoria de Extensão do IFAL — ofertados por dois programas institucionais. O programa “Minha Comunidade” é uma iniciativa pautada no desenvolvimento de ações específicas para uma determinada comunidade, focando em projetos, cursos e eventos que visam melhorar a qualidade de vida, promover a inclusão social e produtiva que possam gerar oportunidades. Já o “EcoSol” visa a promoção e fortalecimento da economia solidária através de projetos de ensino, pesquisa e extensão, funcionando como incubadora de empreendimentos solidários, buscando desenvolver projetos que valorizem o trabalho compartilhado, a autogestão e a sustentabilidade. Portanto, este estudo propõe-se a apresentar o desenvolvimento das ações executadas e provenientes desta parceria no ano de 2025. Os resultados evidenciaram impactos positivos na saúde e bem-estar das participantes por meio das oficinas de ginástica laboral; no desenvolvimento de habilidades produtivas sustentáveis nas oficinas de fabricação de sabonetes e vasos reciclados; na ampliação da inclusão digital por meio da capacitação em informática básica; e no fortalecimento da identidade visual e comunicação institucional da associação. Em conjunto, as ações contribuíram para o empoderamento feminino, a autonomia coletiva e a consolidação da parceria entre o IFAL e a AMAJE como prática extensionista transformadora.</p>2026-07-31T16:07:29-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2311COSTURANDO QUINTAIS2026-08-03T11:34:10-03:00Marcela Ferreira Marinhomarcela_turismo@hotmail.comDaniele Costa de Oliveiradaniele.oliveira@ifal.edu.brCarlos Lacerda Coelho Júniorcarlloslacerda.jr@hotmail.comLívia Lima Pinheirolivia.pinheiro@ifal.edu.brMagno Michell Marçal Bragamagno.michell@ifal.edu.br<p>Este relato de experiência analisa o projeto “Costurando Quintais”, subprojeto do Rede de Saberes e Fazeres: “Turismo de Base Comunitária: Aprender com a Comunidade, Construir com Sustentabilidade, Acolher com Ética” desenvolvida no Assentamento Nova Jerusalém (Maragogi/AL) em 2025. A iniciativa buscou integrar organização comunitária e formação socioprodutiva como bases para o TBC. A sistematização da experiência, de natureza reflexiva e participativa, fundamentou-se nos princípios da economia solidária e educação popular, utilizando rodas de conversa, visitas técnicas aos quintais, oficinas de precificação e a formação de um grupo gestor para fortalecer a autogestão do projeto. Um dos marcos foi o piloto de cestas agroecológicas, que envolveu 12 famílias e 10 consumidores solidários do IFAL em entregas quinzenais por três meses. Os resultados demonstram que o fortalecimento do Empreendimento Econômico Solidário (EES) no assentamento ocorreu por meio da ressignificação dos quintais como espaços de produção e memória, além da construção de circuitos curtos de comercialização. A experiência revelou que o Turismo de Base Comunitária, longe de se reduzir à recepção de visitantes, constitui-se como prática relacional, formativa e territorialmente situada, iniciando-se na organização da vida cotidiana, na economia solidária e na construção de vínculos comunitários. A comunidade reinterpretou o modelo de Comunidade que Sustenta a Agricultura (CSA), adaptando-o à realidade local, o que reforça a autonomia e a diversidade epistêmica do território. Conclui-se que o processo de incubação atuou como dispositivo pedagógico essencial, preparando a base econômica e metodológica para um turismo sensível e educativo, pautado na ética, na regeneração territorial e nos laços de cooperação solidária.</p>2026-07-31T00:00:00-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2309ECOFRUTAS2026-08-03T13:58:26-03:00Antonio Carlos Silva dos Santosantonio.santos@ifal.edu.brManoel Santos da SilvaDFDF@HOTMAIL.COMMarcelo Barros de Lima VerdeDFDF@HOTMAIL.COMTamara Lucia dos Santos SilvaDFDF@HOTMAIL.COM<p>O presente trabalho tem como objetivo relatar as experiências desenvolvidas no âmbito do projeto de extensão EcoFrutas, executados entre os anos de 2024 e 2025, no Instituto Federal de Alagoas – Campus Satuba. O projeto foi executado pelo Núcleo de Economia Solidária (Ecosol) do IFAL – Campus Satuba e desenvolvido nas feiras livres de Satuba e regiões circunvizinhas. As ações foram voltadas ao reaproveitamento de frutas descartadas por feirantes, com foco na produção de subprodutos, como geleias, doces, polpas e compotas, promovendo a sustentabilidade, a redução de desperdícios e a geração de renda. A metodologia adotada baseou-se em diagnóstico participativo, formação teórica em economia solidária e realização de oficinas práticas in loco. Os resultados evidenciam melhorias no aproveitamento de alimentos, aumento do conhecimento técnico dos participantes e fortalecimento da economia local. Assim, o projeto contribuiu significativamente para a integração entre a instituição e a comunidade, promovendo transformação social e ambiental.</p>2026-07-31T16:26:57-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2325MULHERES EMPREENDEDORAS DA AGRICULTURA FAMILIAR2026-08-06T14:00:24-03:00Tamara Lúcia dos Santos Silvatamara.lucia@ifal.edu.brMichelly Andrade da Silva michellyandradeds@gmail.comLailla Thaline dos Santos michellyandradeds@gmail.comOdara Luiza dos Santos michellyandradeds@gmail.comCristiane de Messias Santos de Lima michellyandradeds@gmail.com<p>Durante o ano de 2022, o Grupo de Estudo Natta, ainda em formação, conseguiu aprovar dois projetos de Extensão pelo edital interno da Pró-Reitoria de Extensão do Instituto Federal de Alagoas - IFAL, um deles com o título de “Mulheres Empreendedoras da Agricultura Familiar” que foi contemplado com o financiamento para duas bolsas para estudantes do Curso Superior de Tecnologia em Laticínios do IFAL -Campus Satuba. O objetivo do projeto foi capacitar mulheres que faziam parte da Agricultura Familiar, atendidas pela Federação de Agricultoras e Agricultoras do estado de Alagoas - FETAG. Essas mulheres participavam de uma feira organizada nas dependências FETAG quinzenalmente, o que facilitava a concentração delas para as capacitações. A FETAG disponibiliza um auditório equipado que favorecia a condução dos encontros. Foi estabelecido o critério de consulta para apresentação da ação e sobre os temas que elas desejariam que fossem abordados para somente depois ser estabelecida uma plano de ação e programação que incluiu temas da área técnica como também foram contemplados temas como referentes á saúde da mulher. As formações foram realizadas por servidoras do Ifal Campus Satuba auxiliadas pelas bolsistas. Os resultados foram significativos com o reconhecimento da comunidade interna e das mulheres com a mudança de comportamento de muitas mulheres sobre o ponto de vista do empoderamento e do real conhecimento da sua importância como mulher e do seu papel na agricultura familiar como elo fundamental na manutenção econômica da família. Além disso, a aproximação das estudantes com a agricultura familiar promoveu um crescimento das experiências profissionais do ponto de vista da extensão.</p>2026-07-31T16:16:19-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2312EXTENSÃO TECNOLÓGICA E ECONOMIA SOLIDÁRIA2026-08-04T19:51:11-03:00Daniele Costa de Oliveiradaniele.oliveira@ifal.edu.brAlexandre Nascimento dos Santosalexandre.santos@ifal.edu.brJosé Marcos da Silvajosemarcos.silva@ifal.edu.brJaqueline Alvesjaqueline.alves@ifal.edu.brMarcela Ferreira Marinhomarcela_turismo@hotmail.comAdilson Rocha Ferreiraadilsonrf.al@gmail.com<p>Este artigo tem como objetivo relatar a experiência da atuação do Núcleo da Incubadora Tecnológica de Economia Solidária do IFAL (IFAL ECOSOL), no Campus Maragogi, entre 2024 e 2025, especificamente nos projetos extensionistas. A metodologia adotada possui abordagem qualitativo-descritiva, fundamentada no monitoramento contínuo, observação direta e diagnósticos participativos junto a grupos produtivos. Em 2024, a atuação focou no fortalecimento de vínculos e troca de saberes através dos projetos "EcoAção" e "Mulheres Flores & Fibra", destacando o protagonismo feminino em assentamentos rurais. Em 2025, as ações evoluíram para a consolidação da gestão e sustentabilidade com os projetos "Matemática Aplicada", "Rede de Saberes e Fazeres" (Turismo de Base Comunitária) e a iniciativa piloto "Costurando Quintais", que organizou a comercialização de cestas agroecológicas como tecnologia social. Os resultados revelam o papel da extensão como indutora de transformação social, com avanços no empoderamento feminino, na autogestão e na valorização de saberes locais. Apesar de desafios institucionais e de mobilização, a experiência demonstra que práticas contínuas de incubação tecnológica social fortalecem a sustentabilidade socioeconômica de territórios vulnerabilizados. Assim, consideramos que a articulação entre saber acadêmico e popular consolidou o IFAL como agente de inovação social no litoral norte alagoano, apontando caminhos para a sustentabilidade de empreendimentos autogestionários.</p>2026-07-31T16:02:57-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2299BELEZA QUE EMPODERA2026-08-03T11:34:10-03:00Mickaelly Vitória dos Santos Silvamvss30@aluno.ifal.edu.brAmanda Carolayne dos Santos Silvaacss31@aluno.ifal.edu.brJuliana Paiva Carnaúbajulianapcarnauba@gmail.com<p>O presente trabalho teve como objetivo relatar a experiência de um projeto de extensão voltado à capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade social para a produção de cosméticos naturais, com foco na promoção da autonomia econômica, do consumo consciente e de práticas sustentáveis. A ação foi desenvolvida por meio de uma abordagem participativa, com 14 encontros quinzenais realizados entre maio e novembro de 2025, totalizando 448 horas de atividades. Envolvendo palestras, rodas de conversa e oficinas práticas, o projeto contou inicialmente com 20 participantes, das quais 12 concluíram a formação. As atividades contemplaram conteúdos relacionados à produção de cosméticos naturais, seleção de matérias-primas, boas práticas de manipulação, além de noções de empreendedorismo, marketing e gestão de pequenos negócios. O público-alvo foi composto por mulheres entre 25 e 45 anos atendidas pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município de Murici, Alagoas. O projeto contou com a participação de estudantes e servidores do Instituto Federal de Alagoas (IFAL) – Campus Murici, promovendo a integração entre ensino, pesquisa e extensão. Os resultados evidenciaram o desenvolvimento de conhecimentos técnicos relacionados à produção de cosméticos naturais, bem como o fortalecimento de habilidades voltadas à organização, gestão e comercialização de produtos. Observou-se também a ampliação da consciência das participantes em relação ao consumo responsável e ao uso de alternativas mais sustentáveis, além do fortalecimento da autonomia, da autoestima e das perspectivas de geração de renda. Conclui-se que iniciativas dessa natureza contribuem para a promoção da inclusão social e produtiva, ao articular formação técnica, educação crítica e desenvolvimento sustentável, alinhando-se aos princípios da economia solidária e da extensão universitária.</p>2026-07-31T16:32:43-03:00Copyright (c)