https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/issue/feedExtifal2026-03-02T12:13:56-03:00Comitê Editorialrevista.extifal@ifal.edu.brOpen Journal Systems<p>A Revista EXTIFAL é uma publicação on-line de fluxo contínuo vinculada ao Instituto Federal de Alagoas (IFAL), dedicada à divulgação de experiências, práticas e reflexões produzidas no âmbito da extensão acadêmica. A revista busca promover o diálogo entre saberes acadêmicos e populares, valorizando ações que contribuam para o desenvolvimento social, cultural, educacional e tecnológico dos territórios em que o IFAL atua. Voltada a estudantes, servidores e parceiros externos, a EXTIFAL publica artigos e relatos de experiência que evidenciem o compromisso com a transformação da realidade a partir do protagonismo social. A EXTIFAL ainda não foi avaliada pela CAPES e não possui qualis. Até o presente, os manuscritos não possuem identificador digital.</p>https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2118VIVÊNCIAS INTERDISCIPLINARES2026-03-02T12:13:52-03:00Mariana Buttenbendermarianasteffb@ufdpar.edu.brEmanuel Lindemberg Silva Albuquerquelindemberg@ufdpar.edu.br<p>A relação entre o meio ambiente e a saúde humana constitui um eixo fundamental na formação médica, especialmente em contextos marcados por vulnerabilidades socioambientais. Nesse sentido, a disciplina optativa de Meio Ambiente, ofertada pela Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar) aos estudantes do Curso de Medicina, busca integrar os conhecimentos ambientais à prática médica, ampliando a compreensão sobre os determinantes ambientais na saúde. A atividade consistiu em visitas técnicas a locais estratégicos nos estados do Piauí e Ceará. No primeiro dia, visitou-se o Centro de Tratamento de Resíduos (SN Ambiental), em Buriti dos Lopes/PI, para analisar as práticas de gestão dos resíduos sólidos urbanos, industriais e de serviços de saúde. Em seguida, a visita foi realizada no Hospital Regional Chagas Rodrigues (HRCR), em Piripiri/PI, permitindo observar a logística empregada na gestão de resíduos hospitalares. No segundo dia foi contemplado o Parque Nacional de Ubajara/CE, sob a perspectiva da Geografia da Saúde, associado aos impactos das mudanças climáticas sobre o quadro saúde-doença. Por fim, em Viçosa do Ceará, analisou-se os processos de urbanização e ocupação territorial, com foco em seus efeitos na Planície Litorânea do estado do Piauí. Portanto, a visita técnica demonstrou ser uma estratégia pedagógica eficaz na formação médica, promovendo vivência prática dos conteúdos e fortalecendo a articulação entre saúde e meio ambiente.</p>2026-02-28T20:34:36-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2194BARRAGEM SUBTERRÂNEA COMO ESTRATÉGIA PARA SUSTENTABILIDADE PRODUTIVA NO SEMIÁRIDO ALAGOANO2026-03-02T12:13:53-03:00Maria Gilberlândia Ferreira Ferrogilberlandia.ferro@ifal.edu.brFernando Vieira da Silva Filhofernandovsf@yahoo.com.brTaciana Ferreira dos Santostaciferreirah@gmail.comJoão José Átilla Silva de Araújo.joao982249845@gmail.com<p>A escassez hídrica é um dos principais entraves ao desenvolvimento agrícola sustentável no semiárido brasileiro. Diante desse cenário, o projeto de extensão desenvolvido pelo IFAL buscou enfrentar esse desafio por meio da promoção de tecnologias de uso racional da água, com ênfase no manejo de barragens subterrâneas em uma propriedade rural do sertão de Alagoas. Este relato de experiência mostra que a iniciativa integrou capacitação técnica e transferência de conhecimento para agricultores familiares. A metodologia incluiu diagnóstico edafo-hídrico, elaboração de materiais didáticos, palestras e dias de campo. A avaliação das condições locais, especialmente a capacidade de retenção hídrica do solo e a disponibilidade de água subterrânea orientou a seleção de culturas adaptadas, como bananeira, limoeiro, macaxeira e melancia, implantadas durante atividades práticas. As capacitações envolveram agricultores e estudantes, favorecendo uma abordagem multidisciplinar e experiencial. Os resultados indicaram a apropriação do conhecimento pelos agricultores, maior conscientização sobre gestão hídrica e fortalecimento da articulação ensino-pesquisa-extensão. A troca de saberes fomentou a colaboração para superar desafios regionais. Além disso, o projeto envolveu 30 participantes, duas palestras e o plantio de 73 mudas. A experiência demonstrou que a barragem subterrânea, aliada a ações extensionistas baseadas em diagnóstico técnico e participação ativa da comunidade, representa uma estratégia eficaz para o fortalecimento da agricultura no semiárido. O projeto evidencia o papel da extensão tecnológica como vetor de inovação social e sustentabilidade territorial, contribuindo diretamente para a segurança alimentar, gestão integrada de recursos hídricos e inclusão produtiva em regiões vulneráveis.</p>2026-02-28T20:38:41-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2187TOQUE SUSTENTÁVEL2026-03-02T12:13:54-03:00Cayo Henrique da Silva Freitascayoh250@gmail.comAnna Clara Ferreira Linsacfl2@aluno.ifal.edu.brAdriana Santana Ferreiraadriana.ferreira@ifal.edu.brJousiclécia Almeida dos Santosjas103@aluno.ifal.edu.brLívia Francielly Linolfl6@aluno.ifal.edu.brTarsis Marinho de Souzatarsis.souza@ifal.edu.br<p>O relato descreve a ação extensionista Toque Sustentável: Educação inclusiva com uso de materiais recicláveis, desenvolvida entre agosto e novembro de 2024, que visou conceber, validar e disseminar materiais didáticos táteis produzidos a partir de insumos recicláveis. Foram realizadas sete oficinas temáticas (dois encontros semanais) com 19 participantes – crianças e adultos com baixa visão ou cegueira – nas quais protótipos padronizados (lixeiras seletivas, cubo sensorial, jogo da memória, alfabeto tátil, tabela periódica tátil, relógio tátil e o jogo “acerte a sequência”) foram testados, ajustados por ciclos iterativos a partir de devolutivas orais e mediadas por profissionais da área, e documentados em fichas técnicas e em repositório público no GitHub Pages. Observou-se aumento da autonomia e da interação social dos participantes, apropriação de conceitos de sustentabilidade e desenvolvimento formativo dos discentes. A iniciativa articulou ensino, pesquisa e extensão por meio de interação dialógica com a comunidade, resultando em incorporação das peças produzidas às práticas da instituição onde fora aplicado o projeto, ampliando a visibilidade territorial e o potencial de replicação.</p>2026-02-28T00:00:00-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2196PROGRAMA MULHERES MIL2026-03-02T12:13:54-03:00Renata Maria Wanderley da Rocharenata.rocha@ifal.edu.brMarema Galdino da Silvamarema.galdino@ifal.edu.br<p>O Programa Mulheres Mil, Política Pública Federal, visa promover a igualdade de gênero em diversas esferas, como educação, trabalho e participação política. Seu foco é atender mulheres em vulnerabilidade social, oferecendo cursos de qualificação profissional. Relançado pela Portaria nº 725/2023 de 13 de abril de 2023, o programa reforça o compromisso com a democracia e se integra ao conjunto de políticas do Governo Federal. Este relato de experiência objetiva analisar as vivências das gestoras do Programa Mulheres Mil no Ifal-Campus Piranhas (2023-2024), com ênfase nas interações com as participantes sobre a percepção de si. Baseado em Larrosa (2002), a proposta é ver a educação pela lente da experiência, transformando-a em uma "arte" e não apenas em técnica. O método empregado é a análise qualitativa da visão de como as participantes davam forma e sentido às suas histórias e a percepção da leitura pelas gestoras do programa sobre os relatos das estudantes acerca da autopercepção descrita no mapa da vida e nas interações durante as aulas. Paralelamente, são analisadas as interações das gestoras para objetivar e subjetivar suas experiências. Assim, o estudo contempla a resistência e a força das participantes, mostrando como as adversidades não impedem o sonho. A experiência sugere que, diante dos acontecimentos da vida, é possível romper barreiras do impossível e concretizar novas realidades.</p>2026-02-28T20:50:37-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2138RACISMO E SERVIÇO SOCIAL2026-03-02T12:13:54-03:00Ana Claudia de Jesus Barretoacjbarreto@id.uff.br<p>Em decorrência da lacuna nos currículos dos cursos de Serviço Social sobre a questão racial, há uma necessidade de capacitação complementar junto aos/as Assistentes Sociais. Em razão dessa demanda, foi planejado o curso de extensão com a finalidade de promover o conhecimento sobre o racismo e suas expressões na vida social, para qualificar o exercício profissional com vistas à construção de uma sociabilidade livre de preconceito de classe, gênero e raça/etnia. Essa experiência gerou resultados positivos, causando um impacto social, como a produção de uma coletânea e cartilhas, e ao mesmo tempo capacitou os/as profissionais para uma prática antirracista em seu ambiente de trabalho.</p>2026-02-28T20:54:16-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2113PROCESSOS DE ENSINO, APRENDIZAGEM E CRIAÇÃO EM TEATRO ANTIRRACISTA2026-03-02T12:13:54-03:00Jose Jesus Rodrigues da Silvaje1992silva@gmail.com<p>O presente trabalho, que é parte dos resultados obtidos em uma investigação do programa de Pós-graduação Mestrado Profissional em Artes (PROF-ARTES), relata as experiências pedagógicas desenvolvidas em sala de aula por um professor branco, cisgênero e heterossexual que atua nos anos iniciais do Ensino Fundamental no município de Juazeiro do Norte-CE. A pesquisa foi realizada com uma turma de 5º ano do Ensino Fundamental, utilizando metodologias do Teatro do Oprimidode de Augusto Boal (Teatro Imagem) para promover uma abordagem antirracista no processo de ensino, aprendizagem e criação em Teatro. Para direcionar esse pensamento, diversos autores contribuíram para fundamentar os pensamentos sobre a responsabilidade de todos no combate ao racismo: Licko Turle, Bell Hooks, Djamila Ribeiro, Sílvio Almeida, Abdias do Nascimento, Augusto Boal, Paulo Freire, entre outros. Para isso, todo o desenvolvimento dessas experiências tem como objetivo gerar debates e reflexões sobre a importância do Ensino do Teatro na discussão, reflexão e denúncia do racismo em sala de aula.</p>2026-02-28T20:57:28-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2181HISTÓRIA EM QUADRINHOS E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS2026-03-02T12:13:54-03:00Elaine Mara Terezanemt.docente@gmail.comElaine Cristina Mateus-Santoslainemateus7@gmail.comRaquel Rafaella Rodriguesrrrodrigues2000@yahoo.com.br<p>Esta pesquisa teve como objetivo analisar a utilização de histórias em quadrinhos associadas a tecnologias assistivas como estratégias pedagógicas para o ensino de estudantes com dislexia, buscando compreender de que forma essa integração pode favorecer o desenvolvimento de habilidades de leitura, escrita e expressão. O estudo foi desenvolvido a partir de um delineamento qualitativo, estruturado como estudo de caso e relato de experiência, envolvendo um único participante do Ensino Fundamental II. O referencial teórico fundamentou-se nos conceitos de multiletramentos, metodologias ativas e práticas inclusivas, contemplando ainda princípios da metodologia de Resposta à Intervenção. A intervenção ocorreu em etapas que incluíram levantamento de conhecimentos prévios, atividades presenciais mediadas por metodologias diversificadas, uso de recursos multimodais e integração de ferramentas digitais como softwares de leitura em voz alta e reconhecimento de fala. As histórias em quadrinhos, tanto na leitura quanto na produção, foram utilizadas como recurso mediador, explorando sua estrutura sequencial e elementos visuais para apoiar a compreensão textual e a organização narrativa. As tecnologias assistivas possibilitaram que o estudante superasse barreiras relacionadas à decodificação e à escrita, favorecendo a autonomia e a participação nas atividades. Os resultados evidenciaram avanços no desempenho acadêmico, na clareza e coerência da produção textual, bem como no engajamento e na interação social. A experiência demonstrou que a combinação entre histórias em quadrinhos e tecnologias assistivas é capaz de criar um ambiente de aprendizagem acessível e funcional, que respeita as especificidades do estudante e promove oportunidades de desenvolvimento integral. O estudo aponta ainda que a eficácia dessa abordagem depende do planejamento pedagógico, da seleção criteriosa dos recursos e da mediação ativa do professor, de modo a garantir que a prática seja adaptada às necessidades e ao ritmo de aprendizagem do aluno.</p>2026-02-28T21:03:30-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2131MULHERES, FUMO E HISTÓRIA2026-03-02T12:13:55-03:00Gabrielle Soares Magalhãesgabesoares@aluno.ufrb.edu.br<p>Este relato apresenta a experiência extensionista desenvolvida no município de Cachoeira (BA), a partir da criação da revista didática As Charuteiras: resistência de gênero e raça na produção de fumo no Recôncavo Baiano. A ação teve como objetivo central promover uma prática pedagógica antirracista e decolonial no ensino fundamental, por meio da valorização das memórias e vivências de mulheres negras que atuaram na indústria fumageira local. O projeto foi realizado em parceria com a Escola Municipal Edwaldo Brandão Correia, envolvendo estudantes do 7º e 8º anos, professores da rede pública e discentes da licenciatura em História. As atividades incluíram planejamento pedagógico colaborativo, rodas de conversa, análise de fontes históricas (jornais antigos), oficinas temáticas, produção de desenhos e poemas, além da aplicação de um conto inédito que abordava, de forma ficcional, o cotidiano das charuteiras. O uso de metodologias participativas e integradas possibilitou a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, ao mesmo tempo em que promoveu a escuta ativa das comunidades envolvidas, resgatando histórias silenciadas e fortalecendo vínculos identitários. Os principais resultados observados foram o aumento do engajamento discente, a construção de uma consciência crítica sobre desigualdades de raça e gênero, e a apropriação da história local como ferramenta formativa. A proposta demonstrou a relevância social da universidade pública ao contribuir para a formação cidadã e para a valorização de saberes historicamente marginalizados, consolidando a extensão como espaço de transformação e diálogo com a realidade vivida pela comunidade.</p>2026-02-28T21:07:05-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2112EDUCAÇÃO POPULAR NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DE JOVENS E ADULTOS2026-03-02T12:13:55-03:00Daiane Rangel Albuquerquedaianee.rangel@hotmail.comSabrina de Araújo Almeidateste@hotmail.com<p>Este artigo investiga de que forma os princípios da Educação Popular são incorporados à prática pedagógica de docentes atuantes na Educação de Jovens e Adultos integrada à Educação Profissional (PROEJA) no Instituto Federal do Rio de Janeiro – Campus Nilópolis. O objetivo consiste em analisar se e como os fundamentos da Educação Popular, especialmente aqueles relacionados ao diálogo, à valorização dos saberes dos educandos e à construção coletiva do conhecimento, estão presentes nas práticas cotidianas dos professores. Trata-se de um estudo qualitativo, desenvolvido por meio de entrevistas semiestruturadas com nove docentes vinculados aos cursos técnicos e de Formação Inicial e Continuada (FIC). Os dados foram tratados com base na Análise de Conteúdo, buscando evidenciar aproximações entre a prática pedagógica e os pressupostos freireanos. Os resultados apontam que muitos educadores, mesmo sem nomear diretamente a Educação Popular como referencial, constroem suas ações com base em princípios dialógicos, sensíveis às realidades dos alunos e comprometidos com sua emancipação. A pesquisa reforça a importância de uma formação docente que articule ensino, pesquisa e extensão, ao mesmo tempo em que contribui para fortalecer o PROEJA como política pública voltada à inclusão e à justiça social. A interação com os sujeitos pesquisados possibilitou uma escuta qualificada da experiência docente, promovendo trocas significativas que reafirmam o caráter formativo da pesquisa e sua inserção no campo da extensão universitária.</p>2026-02-28T21:10:15-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2161DEZ ANOS DE PREVENÇÃO2026-03-02T12:13:55-03:00Flavia Regina Ferreira de Oliveiraflllavia.oliveira@gmail.comGessica Gois Carneiro gessicagoiscarneiroo@gmail.comUiliana Marcia da Silva Mercês Fariasumsmerces@uefs.brMarcelo Da Silva Pedreirampsilva3@uefs.br<p>A Indústria da Construção Civil, apesar de ser um pilar fundamental da economia global, está intrinsecamente associada a um elevado índice de riscos ocupacionais e acidentes de trabalho, demandando abordagens proativas e contínuas em Saúde e Segurança do Trabalho (SST). Este cenário impulsionou a criação e o desenvolvimento do Programa de Segurança e Qualidade de Vida na Indústria da Construção Civil (PROSEG), como parte de uma iniciativa de extensão da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), dedicada à promoção de ambientes laborais mais seguros e saudáveis no setor. Este relato de experiência tem como objetivo descrever a trajetória, as estratégias implementadas e os principais resultados alcançados pelo PROSEG ao longo de seus dez anos de atuação, destacando sua evolução e contribuições para a cultura de segurança na construção civil no município de Feira de Santana-Ba. As atividades desenvolvidas englobam ações como o Diálogo Semanal de Segurança (DSS), palestras educativas, promoção de eventos e a disseminação de boas práticas, direcionadas a estudantes, trabalhadores, gestores e engenheiros envolvidos nas obras. A metodologia participativa adotada pelo programa tem sido crucial para engajar os colaboradores e promover a internalização dos princípios de segurança, adaptando-se às necessidades específicas de cada canteiro de obras e às inovações do setor ao longo da década. A longevidade e a consolidação do programa atestam a eficácia de suas estratégias e a capacidade de adaptação às dinâmicas do setor, consolidando-o como um modelo de sucesso em SST. O relato serve como um exemplo prático para a replicação de iniciativas semelhantes em outros contextos, contribuindo para a melhoria contínua das condições de trabalho e para a valorização da vida dos profissionais da construção civil.</p>2026-02-28T21:14:11-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2116CONSTRUÇÃO DE MATERIAIS EDUCATIVOS EM SAÚDE BUCAL PARA FORMAÇÃO E INTERVENÇÃO DE TÉCNICOS EM SAÚDE 2026-03-02T12:13:55-03:00Diogo Gomes Brandãodgb6@aluno.ifal.edu.brFábio Marques Bezerrateste@hotmail.com<p>A educação e a saúde são pilares fundamentais para o desenvolvimento e bem-estar do ser humano, estando profundamente interligadas. A promoção da saúde depende, em grande medida, de processos educativos eficazes, capazes de transformar comportamentos e promover uma melhor qualidade de vida. O presente trabalho tem como objetivo relatar a construção de recursos pedagógicos voltados à educação em saúde bucal, desenvolvidos junto a uma turma do curso técnico em saúde bucal, além de discutir a relevância da utilização de estratégias lúdicas durante as ações educativas. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, de natureza exploratória e de campo, centrada em uma intervenção pedagógica como principal metodologia. A construção do referencial teórico foi realizada por meio de levantamento nas bases de dados PUBMED, LILACS e SCIELO, utilizando os descritores padronizados: Educação em Saúde; Saúde Coletiva; Jogos Pedagógicos; Intervenção Pedagógica e seus correspondentes em inglês. As buscas foram feitas combinando os termos com o operador booleano AND. Os resultados obtidos a partir da revisão bibliográfica e da experiência de campo evidenciaram que o uso de recursos lúdicos potencializa a aprendizagem, favorecendo a aproximação dos participantes com os temas abordados e estimulando a reflexão crítica sobre hábitos e práticas de saúde. Conclui-se, portanto, que o uso de recursos pedagógicos lúdicos é uma ferramenta valiosa no processo de educação em saúde bucal.</p>2026-02-28T21:17:31-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2144PROJETO CHÁ DO FREI VELLOZO2026-03-02T12:13:55-03:00Jaqueline Farias de Oliveirajaqueline.00000847743@unicap.brPaola Taiane dos Santospaola.00000848465@unicap.brAna Vitória do Nascimento da Silva Reisana.2020235265@unicap.brRenata Amanda Gomes da Paixãorenatapaixao710@gmail.comClovis Macêdo Bezerra Filhoclovisfilho@gmail.com<p>O projeto “Chá do Frei Vellozo” constitui uma ação extensionista de caráter científico e educativo, desenvolvida com o propósito de promover o uso seguro e consciente de plantas medicinais, especialmente na forma de chás. A proposta valoriza o saber tradicional, articulando-o com fundamentos técnico-científicos da fitoterapia, e envolve professores, estudantes de graduação da área da saúde — com destaque para Farmácia, Medicina e Enfermagem — além da participação ativa da comunidade recifense em feiras de saúde e eventos comunitários. Parte-se da necessidade de orientar a população quanto ao uso adequado de plantas medicinais, frequentemente consumidas de forma empírica, sem conhecimento sobre indicações, contraindicações ou riscos potenciais. Para isso, são selecionadas espécies respaldadas por compêndios oficiais, como a Farmacopeia Brasileira e a Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), priorizando aquelas com formas farmacêuticas caseiras, como infusões e decocções. As atividades incluem estações temáticas com exposição de espécies vegetais, distribuição de folders informativos e degustação orientada de chás, nas quais os extensionistas oferecem explicações acessíveis sobre princípios ativos, propriedades terapêuticas e cuidados de preparo e conservação. Além disso, abordam interações medicamentosas, possíveis efeitos adversos e a necessidade de não substituir tratamentos convencionais sem orientação profissional. O projeto também se caracteriza pelo enfoque multidisciplinar, estimulando nos estudantes habilidades em comunicação, ética, prática clínica e análise crítica de evidências. A interação com a comunidade resgata o conhecimento popular, valoriza a biodiversidade regional e fortalece o diálogo entre ciência e cultura. Os resultados obtidos demonstram impacto social positivo e contribuem para o fortalecimento da fitoterapia como ferramenta de saúde pública, unindo tradição, ciência e compromisso comunitário.</p>2026-02-28T21:22:21-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2212MICROEMPREENDEDORISMO PARA A COMUNIDADE ESCOLAR2026-03-02T12:13:56-03:00Renata Daphne Santos Izaiasdaphneizaias.renata@gmail.comMarcelo Pereira Souzamarcelo_souzaadm@yahoo.com.br<p>Este relato é fruto de um projeto de pesquisa e extensão financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE), com centralidade no “ensinar”, “despertar”, “replicar” e “potencializar” competências empreendedoras na comunidade escolar (alunos e microempreendedores locais). Para tanto, evoca-se a ferramenta <em>Business Model Canvas, </em>guiando-se pela lógica da pedagogia empreendedora, para o processo de ensino-aprendizagem. No universo empírico, realizou-se uma proposta didático-pedagógica numa escola da rede estadual de ensino, entre abril-julho de 2025. Nesse sentido, assinala-se que a educação empreendedora contribuiu significativamente para o despertar empreendedor entre os alunos monitores (três alunos monitores) envoltos no processo de ensino-aprendizagem, somando-se, ainda, ao alcance dos microempreendedores locais, em que se observou a relação dialógica entre teoria e prática, concomitantemente, conforme indica à modalidade da Educação Profissional e Tecnológica (EPT), uma vez que os alunos monitores realizaram (individualmente, conjuntamente e sob supervisão dos professores) atendimento aos microempreendedora locais selecionados no projeto (cinco microempreendedores). Contudo, do ponto de vista da educação empreendedora, destaca-se o uso da ferramenta <em>Business Model Canvas </em>como proposta assertiva, observado o compartilhamento massivo de conceitos, sentidos e aplicações reproduzidos em rodas de conversas (formais e informais) no espaço escolar.</p>2026-02-28T21:27:14-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2176“SEGUNDO CÉREBRO” ITINERANTE2026-03-02T12:13:56-03:00Ellen Ferreirara134685@uem.brMaurício Gabriel Mendozamauriciogabriel.2003@gmail.comMaysa Pacheco Alvarez da Silvamaysa.alvarez@gmail.comJoão Victor Kullerjvkuller57@gmail.comJacqueline Nelisis Zanonijnzanoni@uem.brJuliana Vanessa Colombo Martins Perlesjvcmperles@uem.br<p>O presente trabalho buscou uma análise qualitativa do tipo relato de experiência sobre o projeto de extensão universitária “Segundo Cérebro Itinerante”. Foi desenvolvido em conjunto do Museu Dinâmico Interdisciplinar da Universidade Estadual de Maringá (MUDI/UEM) de forma itinerante no município de Presidente Venceslau, estado de São Paulo, objetivando a divulgação científica sobre o Sistema Nervoso Entérico (SNE), promovendo a aproximação entre conhecimentos produzidos dentro da universidade e a comunidade escolar. A aplicação envolveu três escolas públicas e contemplou turmas do Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Ensino Técnico. Como forma de mediação pedagógica utilizou-se a metodologia expositiva-dialogada estruturada nos três momentos pedagógicos de Delizoicov. Dessa maneira, foi observado ao final da aplicação o alto engajamento dos estudantes e a participação ativa nas discussões e em produções dentro de oficinas criativas, demonstrando significativa curiosidade sobre um tema pouco pautado na educação básica. Assim, em outro aspecto, auxiliou a formação significativa dos mediadores universitários, que ampliaram suas habilidades de comunicação e de transposição didática do saber científico. Considerou-se, assim, que o papel extensionista se mostrou efetivo ao integrar ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo o vínculo com a comunidade e contribuindo para a formação acadêmica.</p>2026-02-28T21:30:22-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2198BIOLOGIA EM AÇÃO – UM RELATO DE EXPERIÊNCIA2026-03-02T12:13:56-03:00Cayo Henrique da Silva Freitaschsf3@aluno.ifal.edu.brSilmara Nunes dos Santossns11@aluno.ifal.edu.brMiquéias da Silva Cruzmsc12@aluno.ifal.edu.brCledja Karina Rolim da Silvacledja@ifal.edu.brMaria José dos Santosmaria.santos@ifal.edu.br<p>O projeto Biologia em Ação, desenvolvido em parceria com uma escola estadual, foi uma ação extensionista realizada entre agosto e dezembro de 2023 com o objetivo de aproximar o ensino de Biologia da realidade dos alunos do ensino médio e estimular a alfabetização científica. O público atendido foi composto por 180 estudantes do 1.º ano, que participaram de oficinas quinzenais de quatro horas de duração, nas quais se alternaram momentos de exposição dialogada e atividades práticas. Foram aplicados protocolos experimentais acessíveis, como a extração de DNA vegetal, a ação da catalase, a extração de clorofila, a fermentação e a extração da clorofila, além de quizzes interativos para avaliação dos conteúdos. As atividades foram adaptadas às condições estruturais limitadas da escola, priorizando o uso de materiais de baixo custo, o que permitiu a participação ativa de todos os discentes. Como produto, foi desenvolvido um website expositivo com tutoriais e registros das experiências, ampliando o alcance do projeto e possibilitando sua replicação em outros contextos. Os resultados evidenciaram alto grau de engajamento dos estudantes, entusiasmo em vivenciar práticas científicas e um índice de satisfação elevado nas avaliações finais. A experiência também contribuiu para a formação do bolsista e voluntários, que desenvolveram competências de mediação pedagógica, planejamento e comunicação. Em síntese, a ação reafirma o papel social da extensão acadêmica, fortalecendo vínculos entre instituição e comunidade escolar e demonstrando sua relevância para a promoção de aprendizagens significativas e para a construção de uma educação mais crítica e transformadora.</p>2026-02-28T21:35:41-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2190TECNOLOGIA A SERVIÇO DO MEIO AMBIENTE2026-03-02T12:13:56-03:00Silmara Nunes dos Santossns11@aluno.ifal.edu.brCayo Henrique da Silva Freitaschsf3@aluno.ifal.edu.brFelipe de Lima Batistaflb1@aluno.ifal.edu.brNatally Emanuelle de Almeida Silvaneas1@aluno.ifal.edu.brAdriana Santana Ferreiraadriana.ferreira@ifal.edu.brCledja Karina Rolim da Silvacledja@ifal.edu.br<p>O relato apresenta a ação extensionista “Tecnologia a serviço do meio ambiente: trabalhando a sustentabilidade no Ensino Fundamental”, desenvolvida em parceria com uma escola municipal, com o objetivo de promover o pensamento sustentável nos anos iniciais. A intervenção articulou encontros bimestrais de aproximadamente quatro horas, integrando palestra introdutória, oficinas lúdicas com materiais recicláveis, visita técnica ao planetário e a produção de um site expositivo com tutoriais e oficinas; o público envolvido incluiu discentes do 2.º ano (49 alunos), docentes e estudantes do curso técnico em Informática que atuaram como monitores e responsáveis pelo desenvolvimento do site. Observou-se ampla aceitação da proposta, apropriação conceitual dos conteúdos trabalhados (identificação das lixeiras e recordação dos 5R’s) e desdobramentos práticos no cotidiano escolar, como redução do desperdício alimentar e atuação de pares como multiplicadores de boas práticas. Para os discentes executores, a ação constituiu espaço formativo relevante, favorecendo a didatização de conteúdos, a criação de materiais pedagógicos sustentáveis e a aplicação de competências em desenvolvimento web. A experiência evidencia a pertinência social da iniciativa e sua consonância com princípios da extensão universitária – indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, interação dialógica com a comunidade e produção de artefatos replicáveis –, apontando para a viabilidade de institucionalização e ampliação.</p>2026-02-28T21:40:50-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2170RELATO DE INTERVENÇAO PEDAGÓGICA COM MULTILETRAMENTOS E TECNOLOGIAS ASSISTIVAS EM CASO DE ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇAO2026-03-02T12:13:56-03:00Clézia Aparecida Lourençoclezia.lourenco@escola.pr.gov.brElaine Cristina Maateus_Santoslainemateus@gmail.com<p>A educação atual enfrenta o desafio de assegurar inclusão e justiça social, o que destaca a Sala de Recursos Multifuncional (SRMF) como ambiente estratégico no Atendimento Educacional Especializado (AEE), sobretudo no atendimento a estudantes com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD). Este relato de experiência descreve e traz reflexões acerca da articulação entre multiletramentos e tecnologias assistivas como instrumentos de ampliação do potencial criativo e da autonomia desses sujeitos. Ancorado na Teoria Histórico-Cultural, o trabalho apresenta uma intervenção pedagógica destinada a uma estudante com destaque na área de Artes, envolvendo propostas em pintura, literatura e produções digitais. A vivência demonstra que a experiência respondeu satisfatoriamente as diretrizes do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE), legitimando a abordagem participativa como metodologia adequada para enfrentar demandas educacionais. O progresso da estudante foi significativo, reconhecido tanto pelos colegas quanto pela comunidade escolar, ao mesmo tempo em que ampliou seu interesse pela leitura e pelas artes digitais, favorecendo o refinamento de sua criatividade. Conclui-se que o enriquecimento curricular, aliado ao papel mediador do professor, constitui um caminho profícuo para potencializar talentos e assegurar uma formação inclusiva e transformadora.</p>2026-02-28T00:00:00-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2125ARTICULAÇÃO CTS NA EDUCAÇÃO TÉCNICA INTEGRADA2026-03-02T12:13:56-03:00Plínio Joãoplinio.educa@gmail.comEvânia Bezerra de Souzavansecc@gmail.com<p>A contemporaneidade, marcada pela hipermodernidade e pela sociedade de risco, exige uma educação que forme cidadãos críticos e autônomos, capazes de analisar as complexas interconexões entre ciência, tecnologia e sociedade. A Educação Técnica Integrada ao Ensino Médio (ETIM) enfrenta desafios como formação docente inadequada, densidade curricular, escassez de recursos e resistências institucionais, criando uma lacuna entre as demandas sociais e a preparação oferecida. Este relato de experiência traz reflexões acerca da integração da abordagem Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) na ETIM. As observações indicaram que, apesar dos desafios sistêmicos, a integração da CTS é viável e impactante. A aplicação de metodologias ativas, como a Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP), e a valorização de componentes curriculares específicos podem catalisar a formação de profissionais e cidadãos conscientes. O projeto MOSTREI, desenvolvido em uma Escola Técnica Estadual, demonstrou o potencial dessas abordagens para fomentar o pensamento crítico, a resolução de problemas e o engajamento comunitário. Conclui-se que a articulação entre CTS e ETIM é fundamental para a formação de cidadãos engajados, demandando compromisso institucional com o desenvolvimento docente, flexibilização curricular e um ambiente de aprendizagem colaborativo e inovador.</p>2026-02-28T21:46:09-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2230RELATO DE EXPERIÊNCIA2026-03-02T12:13:56-03:00Gabriela Brandão de Moraes Palmeirogbmp1@aluno.ifal.edu.brPaula Stephania Ferreira de Barrospsfb1@aluno.ifal.edu.brMaria dos Santos Alves da Silvasmsas1@aluno.ifal.edu.br<p>Este relato descreve uma intervenção de extensão na UBS Pedras, em Marechal Deodoro/AL, voltada ao descarte adequado de medicamentos domiciliares. Entre agosto e novembro de 2024, realizamos diagnóstico com profissionais de saúde e ações educativas com usuários da unidade, seguidas da implantação de um ponto fixo de coleta de medicamentos vencidos e em desuso. As atividades incluíram oficina técnica com a equipe, rodas de conversa com a comunidade e distribuição de materiais informativos. Ao final, 88% dos profissionais relataram maior segurança para orientar pacientes; entre os usuários participantes, 90% consideraram as orientações “muito claras” e 80% defenderam a continuidade das ações. Como desafios, destacaram-se a percepção do tema como secundário na rotina da UBS, limitações orçamentárias e a necessidade de assegurar a manutenção do ponto de coleta. Concluímos que ações simples, de baixo custo e articuladas ao marco legal de resíduos, podem fortalecer práticas seguras de descarte e integrar saúde pública e educação ambiental no nível local.</p>2026-02-28T21:52:43-03:00Copyright (c) https://periodicos.ifal.edu.br/extifal/article/view/2111ENSINO, EXTENSÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO2026-03-02T12:13:56-03:00Suzana Ferreira Paulinosuzanafpenglish@yahoo.com.brBianca de Carvalho Lopes Barrosprofa.bianca.barros@gmail.com<p>Este artigo teve como objetivo analisar criticamente as práticas pedagógicas e os materiais didáticos produzidos para o curso remoto “TOEFL ITP: Preparatório” do IsF/UFRPE, à luz de perspectivas críticas da educação linguística e da extensão universitária, discutindo os desafios pedagógicos envolvidos na elaboração e adaptação de materiais didáticos para o curso preparatório do teste de proficiência em língua inglesa, TOEFL ITP, no âmbito do processo de internacionalização e da ampliação do acesso ao ensino de línguas, em contexto de ensino remoto. A pesquisa foi bibliográfica e documental, a abordagem adotada foi descritiva, acompanhada de reflexões críticas sobre a prática vivenciada, ancoradas pela fundamentação teórico-metodológica que se apoiou nos estudos de Hyland (2006), Abreu-e-lima e Filho (2022) e Knight (2008). Um dos principais desafios enfrentados foi reestruturar os materiais utilizados em cursos presenciais, especialmente exercícios e simulados, para um formato remoto acessível aos estudantes. Para isso, os conteúdos foram reorganizados, incorporando recursos multimodais e promovendo maior interatividade nas atividades propostas. Conclui-se que, mesmo diante de limitações tecnológicas e estruturais, é possível construir práticas pedagógicas significativas, capazes de ampliar oportunidades formativas e contribuir para uma política linguística mais inclusiva e equitativa.</p>2026-02-28T21:55:45-03:00Copyright (c)