https://periodicos.ifal.edu.br/educte/issue/feedEducte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoas2026-08-28T13:29:11-03:00Prof. Dr. Rusanil dos S. Moreira Júnioreducte@ifal.edu.brOpen Journal Systems<p>A <strong>Revista Educte (ISSN 2238-9849) </strong>é um periódico científico o<em>n-line</em> do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (Ifal), de caráter multidisciplinar, dedicada à divulgação de pesquisas originais e estudos relevantes em diversas áreas do conhecimento, em conformidade com as classificações do CNPq e da Capes. Editada pelo Conselho Editorial do Ifal, recebe trabalhos em fluxo contínuo, por meio de submissão eletrônica no portal da revista, seguindo as diretrizes para autores. Sua publicação é anual, e os trabalhos publicados evidenciam o compromisso com a produção científica de qualidade. O acesso é totalmente livre e não há cobrança de taxas de submissão ou publicação.<br><strong>Qualis: B3 - Quadriênio 2021-2024 </strong></p>https://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2367 CIÊNCIA EM MOVIMENTO: DIÁLOGOS, ENCONTROS E NOVOS HORIZONTES2026-08-28T13:29:11-03:00Rusanil dos Santos Moreira Júnioreducte@ifal.edu.brArley Santos Leãoarley.leao@ifal.edu.brBruno Rodrigo Tavares Araújobruno.araujo@ifal.edu.brCícero Julião da Silva Júniorcicero.junior@ifal.edu.brDavid Gomes da Costadavid.costa@ifal.edu.brÊnio Gomes Flôr Souzaenio.souza@ifal.edu.brFabiano Duarte Machadofabiano.duarte@ifal.edu.brRomildo Barros da Silvaromildo.silva@ifal.edu.brSarah Medeiros Souto Gomessarah.souto@ifal.edu.br<p><span data-path-to-node="0,0">Este editorial contextualiza a apresentação do volume 17 (n. 1, 2026) da <em>Revista Educte</em>, destacando a interlocução entre arte, cultura e ciência a partir da homenagem à obra de Djavan no artigo de abertura e na concepção da arte da capa deste número</span><span data-path-to-node="0,2">. O texto aborda a vocação multidisciplinar e interdisciplinar do periódico, ressaltando a pluralidade temática e a ampliação do seu alcance geográfico e institucional, com pesquisas oriundas de diversas regiões do Brasil e da Universidade Aberta de Portugal</span><span data-path-to-node="0,4">. Aponta, ainda, a busca permanente pela eficiência, transparência e rigor técnico nos fluxos editoriais, reafirmando o compromisso do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) com a promoção da ciência aberta, o acesso gratuito ao conhecimento e a relevância social da produção acadêmica</span><span data-path-to-node="0,6">.</span></p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoashttps://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2243MÚSICA E LITERATURA: DIÁLOGOS ENTRE COMPOSIÇÕES DE DJAVAN E OS MOVIMENTOS ESTÉTICOS2026-08-28T09:04:51-03:00Lucianne Michelle de Menezeslucianne.menezes@ifal.edu.brJosé Joaquim da Silva Netojjsn2@aluno.ifal.edu.brAndressa Vitória da Silva Bezerraavsb3@aluno.ifal.edu.br<p>Em estudos comparados, observa-se que é viável a articulação entre diferentes modalidades artísticas, buscando assim expandir a perspectiva de leitura e análise de produções literárias. Considerando a grande qualidade estética das composições do músico alagoano Djavan, nota-se que é possível relacioná-las a aspectos referentes a movimentos literários, a exemplo do Trovadorismo, Romantismo, Realismo e Modernismo. Para tal, fundamenta-se o diálogo mediante conceitos teóricos acerca da linguagem literária e dos dados contextuais relativos aos períodos que organizam a Historiografia Literária, ampliando-a para além do convencional, em uma dinâmica que a relaciona com a arte musical da contemporaneidade.</p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoashttps://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2276PARÂMETROS DE TEXTUALIDADE E MECANISMOS DE COESÃO: UMA ANÁLISE DO TEXTO “A ÚLTIMA CRÔNICA”, DE FERNANDO SABINO2026-08-28T09:06:15-03:00Adalton dos Santos Silvaadalton.educacao@gmail.com<p>O presente artigo tem como objetivo discutir conceitos fundamentais da Linguística Textual, com destaque para os parâmetros de textualidade, a coesão e a coerência, bem como analisar a presença dos mecanismos de coesão no texto literário selecionado. O estudo fundamenta-se nas contribuições teóricas de Halliday e Hasan (1976), no que se refere aos mecanismos de coesão textual, e de Beaugrande e Dressler (1981), no que diz respeito aos parâmetros de textualidade. A metodologia adotada caracteriza-se como qualitativa, de natureza bibliográfica e analítica, baseada na revisão de literatura sobre a Teoria do Texto e na aplicação desses pressupostos teóricos à análise da crônica em estudo. Os resultados evidenciam a ocorrência de diferentes mecanismos de coesão, tais como referência, substituição, elipse, conjunção e coesão lexical, que contribuem para a organização interna do texto, favorecendo a continuidade temática e a construção de sentidos. Conclui-se, portanto, que a articulação entre os parâmetros de textualidade e os mecanismos de coesão constitui um elemento fundamental para a compreensão do funcionamento do texto enquanto unidade comunicativa.</p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoashttps://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2224O PROCESSO DE PRODUÇÃO TEXTUAL NA INTERFACE ENTRE A ESCRITA CONVENCIONAL E A DIGITAL NO CONTEXTO DE SALA DE AULA2026-08-28T09:06:43-03:00José Carlos Lima dos Santoscarlos.lima@ifal.edu.brRafael Messias dos Santosrms11@aluno.ifal.edu.br<p>Este estudo tem como objetivo analisar de que modo a produção textual realizada por meio das interfaces convencional e digital contribui para o aprimoramento do uso da norma-padrão em contexto acadêmico. A pesquisa fundamenta-se no Funcionalismo Linguístico, especialmente nas contribuições de Givón (1979; 2011), que concebe a gramática como estrutura emergente do uso, articulando-se à Linguística Sistêmico-Funcional de Halliday (1978), que compreende a linguagem como prática social organizada por funções ideacionais, interpessoais e textuais. No campo da produção escrita, dialoga ainda com Geraldi (1996), Koch (1989) e Marcuschi (2008; 2010), que entendem a escrita como prática sociointeracional situada, orientada por princípios de coesão, coerência e progressão temática. Por meio de pesquisa-ação, compararam-se dois grupos de estudantes do primeiro período de Letras: um submetido à escrita manuscrita e outro à escrita digital. Os resultados indicam evolução em ambos os grupos, com desempenho superior no grupo que utilizou a interface digital, especialmente nos aspectos de desenvolvimento de tópico, regência e pontuação. Conclui-se que as condições de produção textual influenciam o aprimoramento do uso da norma-padrão, sendo a interface digital potencialmente mais favorável à revisão e reorganização estrutural.</p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoashttps://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2275INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO: AUTORIA, INTEGRIDADE ACADÊMICA E AVALIAÇÃO EM XEQUE2026-08-28T09:07:09-03:00Jean Piton-Gonçalvesjpiton@ufscar.br<p>A Inteligência Artificial Generativa (IAGen) instalou-se no cotidiano acadêmico antes de qualquer resposta institucional ou docente consistente. Este ensaio teórico, fundamentado em revisão narrativa de literatura recente sobre IA na Educação (IAEd), argumenta que a IAGen não representa apenas uma nova ferramenta pedagógica, ela compromete, de forma simultânea e estrutural, três pressupostos sobre os quais a educação formal está organizada. O primeiro pressuposto é que o texto escrito é evidência de pensamento próprio; o segundo, que aprender exige esforço cognitivo do aprendiz; e o terceiro, que o avaliador é capaz de distinguir o que o estudante sabe do que ele produziu. Os três pressupostos são examinados nas dimensões conceitual, empírica, epistemológica e ética, a partir de marcos normativos internacionais e nacionais e de evidências sobre autoria, integridade acadêmica e atrofia cognitiva. Conclui-se que a incorporação acrítica da IAGen, sem que o campo nomeie o que está sendo comprometido, é mais perigosa do que a ferramenta em si.</p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoashttps://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2257DESIGN DE EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM ORIENTADO POR PRINCÍPIOS DE DESIGN NA CONSTRUÇÃO DE AULAS INVESTIGATIVAS NA LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS2026-08-28T09:07:25-03:00Pollyana de Andrade Salespollyana.sales@ufpe.br<p>No contexto da formação inicial de professores de Ciências e Biologia, observa-se que Metodologias Ativas e o Ensino de Ciências por Investigação (EnCI), embora discutidos no campo teórico, ainda apresentam desafios no planejamento e aplicação de aulas investigativas e contextualizadas. Essas abordagens são frequentemente dissociadas de uma reflexão mais profunda sobre intencionalidade pedagógica, organização da aula e papel do estudante no processo de aprendizagem. Diante desse cenário, este trabalho é um relato de experiência que tem como objetivo apresentar e discutir o design de uma experiência formativa orientada por Princípios de Design, voltada à construção de aulas investigativas na Licenciatura em Ciências Biológicas. O desenho articulou momentos expositivos-reflexivos, estudos teóricos sobre Ensino de Ciências por Investigação e Metodologias Ativas, e práticas de prototipagem pedagógica colaborativa. As miniaulas foram estruturadas a partir de momentos da jornada investigativa, materializadas por protótipos com encenações e esquemas. Os resultados indicam que a prototipagem colaborativa favoreceu a externalização do planejamento pedagógico, evidenciando avanços na compreensão da centralidade do estudante e da intencionalidade pedagógica. Conclui-se que o Design de Experiências de Aprendizagem constitui um dispositivo formativo potente para favorecer uma postura investigativa e articular aspectos teórico-práticos na formação docente.</p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoashttps://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2298A DUPLA JORNADA: DESAFIOS DA CONCILIAÇÃO ENTRE TRABALHO E ESTUDO NO CURSO DE PEDAGOGIA DO CAFS-UFPI2026-08-28T09:09:50-03:00Alceane Bezerra Feitosaalceanebezerra@gmail.comPaulo Ricardo de Sousa Batista pauloricardopr47@outlook.com<p>O presente artigo discute os desafios inerentes à conciliação entre trabalho e estudo, com ênfase na vivência dos estudantes universitários e nos impactos desse cenário sobre o processo de aprendizagem. O objetivo geral é investigar os desafios enfrentados por discentes do curso de Licenciatura em Pedagogia, do CAFS-UFPI, na conciliação entre a jornada de trabalho e a formação acadêmica. Dentre os objetivos específicos, verificar como as leis brasileiras impactam a situação dos estudantes trabalhadores e sua permanência na universidade; avaliar como o trabalho impacta o processo de aprendizagem, analisar as possibilidades do estudante que trabalha e estuda no ensino superior. A pesquisa caracteriza-se por ser de natureza descritiva de abordagem qualitativa. Utilizou-se um questionário semiestruturado composto por dezenove questões e recorreu à análise de conteúdo para examinar os dados coletados. A fundamentação teórica baseia-se em autores como Cidade (2024) e LDB (1996). Os resultados indicam que os estudantes trabalhadores enfrentam desafios que, na ausência de suporte adequado, dificultam a trajetória acadêmica de forma efetiva e acarretam desgaste físico e emocional. Conclui-se, portanto, que a conciliação entre trabalho e estudo exige das instituições flexibilidade, apoio institucional e um olhar mais humanístico atendendo, sobremaneira, as necessidades dos alunos que trabalham.</p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoashttps://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2261ANÁLISE DOCUMENTAL DO CONTEÚDO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA DO CURSO TÉCNICO INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO DO IFMG: UM ESTUDO SOBRE A INTERDISCIPLINARIDADE NAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS2026-08-28T09:10:12-03:00Milena Carolina Nascimento Fláviomilenanascimento66@gmail.comAlex Santiago Ninaalex.nina@ifal.edu.br<p>A Educação Financeira, no contexto da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) caracteriza-se como um tema transversal e proporciona a formação autônoma e emancipatória dos estudantes. A temática, quando inserida nos componentes curriculares, se torna uma ferramenta que conecta teoria à prática. O presente estudo analisa como a Educação Financeira é abordada nos componentes curriculares do Curso Técnico Integrado ao Ensino Médio de Administração, do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), <em>Campus</em> Sabará. A pesquisa baseia-se na análise documental do Projeto Pedagógico desse curso. Os resultados apontam que a Educação Financeira é abordada de forma explícita, implícita e potencial, evidenciando que os docentes podem utilizar diferentes perspectivas para desenvolver a cidadania financeira e autonomia dos alunos. Para isso, apresenta-se o plano de ação que, baseado na metodologia 5W2H, indica estratégias para a implementação da Educação Financeira. Conclui-se que, por meio de propostas pedagógicas integradas e transversais, é possível contribuir para o avanço da Educação Financeira crítica, emancipatória e interdisciplinar na EPT.</p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoashttps://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2237PSICOLOGIA ESCOLAR E INCLUSÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DE PORTO VELHO-RO2026-08-28T09:10:28-03:00Maria Camila Rique Chaves da Silvacamilarique07@gmail.comFrancisco Joaquim Martins de Sousapsicologo.joaquimmartins@gmail.com<p>O presente trabalho consiste em um relato de experiência elaborado a partir do estágio observacional em Psicologia Escolar, realizado em uma escola pública municipal. Considerando a relevância do estágio na formação acadêmica do psicólogo, o estudo teve como objetivo relatar as experiências vivenciadas no contexto escolar, destacando a aproximação com a rotina educacional, suas dinâmicas e desafios. Como metodologia, adotou-se o relato de experiência de natureza qualitativa, tendo a observação como estratégia relevante no contexto escolar. A prática observacional exigiu atenção ética, sem intervenção direta ou acesso a materiais institucionais confidenciais. No contexto observado, identificaram-se dificuldades de participação e integração em algumas atividades, especialmente entre estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Deficiência Intelectual (DI), destacando-se a forma como participavam e interagiam no ambiente escolar, bem como o domínio pedagógico da professora na condução das tarefas. Conclui-se que o estágio foi fundamental para a formação acadêmica, possibilitando contato com demandas educacionais e reforçando a importância da supervisão com professor orientador para esclarecimento de dúvidas ao longo do processo.</p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoashttps://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2251CUIDADO E PREVENÇÃO: PRIMEIROS SOCORROS NA ROTINA ESCOLAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL2026-08-28T09:10:51-03:00Rafaella Graziele da Costa Silvarafaellagraziele.silva@gmail.comAnne Milane Formiga Bezerraannebezerra@fiponline.edu.brDácio Dacliélio Tenório da Silvadaciosilva90@gmail.comMarcos Antonio Nobrega de Sousamarcos.nobrega@professor.ufcg.edu.br<p>Este estudo analisa a preparação de professores da educação básica para o atendimento a emergências envolvendo crianças, com destaque no conhecimento e nas habilidades relacionadas aos primeiros socorros no contexto escolar brasileiro. O objetivo foi discutir, à luz da literatura científica, as lacunas existentes na formação docente para o enfrentamento de situações emergenciais e identificar estratégias educativas capazes de fortalecer a segurança no ambiente escolar. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada a partir de buscas em bases de dados acadêmicas e documentos normativos relacionados à capacitação em primeiros socorros no contexto escolar. Os resultados indicam que muitos docentes apresentam conhecimento limitado sobre procedimentos básicos de primeiros socorros, o que pode comprometer a resposta adequada situações de emergência comuns no ambiente escolar. Nesse contexto, destaca-se o papel estratégico dos profissionais de enfermagem na promoção de ações educativas e na articulação entre os setores de saúde e educação. Também se observa que iniciativas como capacitações periódicas, simulações de emergência e a implementação da Lei nº 13.722/2018 (Lei Lucas) contribuem para o aumento da confiança e da competência dos professores no atendimento inicial a emergências. Conclui-se que a incorporação sistemática de conteúdos de primeiros socorros na formação inicial e continuada de docentes constitui uma medida fundamental para fortalecer a segurança e o cuidado no ambiente escolar.</p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoashttps://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2245OS DESAFIOS E ESTRATÉGIAS NO ATENDIMENTO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA A PESSOAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA2026-08-28T09:11:14-03:00Dallyne Rebeca Santos Tojaldallynerebeca15@gmail.comErika Fernanda dos SantosErika.fernanda0001@gmail.comHallana Laisa de Lima Dantashallana.dantas@ufpe.brMonica Bento Belomonicabelo8@gmail.com<p>Analisar os principais desafios e estratégias descritos na literatura científica acerca do atendimento de urgência e emergência a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida conforme o método proposto por Whittemore e Knafl. As buscas foram realizadas nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS, utilizando os descritores: “Autism Spectrum Disorder” e “Emergency Service, Hospital”, combinados pelo operador booleano AND. Foram incluídos estudos primários publicados entre 2024 e 2026, nos idiomas português, inglês e espanhol. Ao final do processo de seleção, 6 estudos compuseram a amostra. Os estudos evidenciaram múltiplos desafios no atendimento a pessoas com TEA, destacando-se ambientes hospitalares sensorialmente inadequados, demora no atendimento, ausência de fluxos prioritários e lacunas no conhecimento e na capacitação dos profissionais de saúde. Em contrapartida, identificaram-se estratégias promissoras, como o cuidado centrado na pessoa e na família, adaptações ambientais, capacitação profissional contínua e reorganização dos fluxos assistenciais. Conclui-se que o atendimento de urgência e emergência a pessoas com TEA ainda apresenta fragilidades significativas, demandando investimentos em formação profissional, protocolos institucionais e estratégias organizacionais. Ressalta-se a necessidade de estudos futuros mais abrangentes e robustos que aprofundem essa temática em diferentes contextos assistenciais.</p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoashttps://periodicos.ifal.edu.br/educte/article/view/2300ACESSIBILIDADE SENSORIAL: O IMPACTO DO DESIGN ACÚSTICO NA EXPERIÊNCIA DE PESSOAS COM TEA2026-08-28T09:11:32-03:00Stella Rosane da Silva Oliveirastella.oliveira@fau.ufal.brMaria Lucia Gondim da Rosa Oiticicalucia.oiticica@fau.ufal.brFernando Gustavo Alencar de Albuquerque Linsfernando.gustavo.lins@gmail.com<p>O Transtorno do Espectro Autista (TEA) envolve desafios na comunicação e no processamento sensorial, em que a hipersensibilidade auditiva pode tornar o ambiente construído uma fonte de estresse. Este artigo investiga a interseção entre design acústico e inclusão, buscando soluções que otimizem a experiência ambiental e promovam a autonomia. A metodologia consistiu em uma revisão bibliográfica nas bases <em>Scopus</em> e <em>Web of Science</em>, focada em autismo e design inclusivo. A análise dos dados permitiu estruturar estratégias eficazes para a criação de espaços neurodiversos. Os resultados destacam a relevância do controle de reverberação, da seleção de revestimentos absorventes e da implementação de zonas de refúgio sensorial e áreas de baixo estímulo essenciais para a autorregulação do usuário. Além disso, enfatiza-se a importância de layouts intuitivos para reduzir a ansiedade. Conclui-se que a acessibilidade sensorial, viabilizada pelo design acústico, é ferramenta indispensável para mitigar barreiras ambientais. O estudo fornece parâmetros técnicos para projetistas, ressaltando que a adequação do ambiente sonoro é determinante para a saúde e a efetiva inclusão social de pessoas com TEA em diversos contextos cotidianos.</p>2026-08-28T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Educte - Revista Científica do Instituto Federal de Alagoas