Micromachismo: a invisibilidade da violência psicológica contra as mulheres

Resumo

RESUMO: O presente resumo trata da invisibilidade da violência psicológica contra a mulher no campo das violências de gênero e, do consequente silenciamento. Atentando para as formas de abuso do poder patriarcal, bem como para o machismo que permeia a sociedade, não só no meio masculino como também no imaginário da coletividade feminina. De natureza quali-quanti, partiremos do estudo bibliográfico, da análise documental e de conteúdo como abordagens metodológicas e demais técnicas para a coleta de dados. Muitos estudos contêm as inúmeras faces da defesa da violência contra a mulher FERNANDES (2012); SILVA (2009); ZIZEK (2008). Neste sentido, vale salientar que esse trabalho levantou questionamentos importantes. Levando em consideração, principalmente, o fato dessas violências (psicológicas) acontecerem de forma sorrateira, de forma que muitas mulheres nem se percebem inseridas em um contexto de violência. Concernente às técnicas e instrumentos da coleta de dados, verificamos inclusive que a pesquisa contribuiu com a análise e compreensão das interfaces da violência contra a mulher no município de Maceió-AL, uma vez que os dados do relatório da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-AL) mostraram ocorrer 141 (cento e quarenta e um) casos de violência contra a mulher no período do carnaval 2020, em Alagoas.

PALAVRAS-CHAVE: Lei Maria da Penha, Silenciamento Feminimo, Micromachismo, Violência Psicológica.

Biografia do Autor

Clayse Luciane de Lima Vieira, Universidade Estadual de Alagoas

Professora, atua na Educação Básica; Possui formação em Letras-Espanhol pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL); Graduanda do Curso de Bacharelado em Direito pela Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) - Campus VI, membro do Grupo de Estudos da Ciência Conjunta Penal (GECCOPE) e do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM/UNIT); Maceió, Alagoas; Brasil.

Javan Sami Araújo dos Santos, Universidade Estadual de Alagoas

Professor da Educação Básica e do Ensino Superior; Pesquisador do Grupo de Gestão e Avaliação Educacional (GAE/UFAL), do Grupo de Pesquisa e Estudos da Ciência Conjunta Penal (GECCOPE/UNEAL), do Grupo de Estudos Avançados pelo Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM/CESMAC) e membro da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), sócio da Associação Nacional de Política e Administração da Educação (ANPAE) e diretor da seção ANPAE/AL; Doutorando em Educação e mestre em Ensino pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e estudante do Curso de Bacharelado em Direito pela Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) - Campus VI; Maceió, Alagoas; Brasil.

Lúcio Luiz Izidro da Silva, Universidade Estadual de Alagoas

Professor Assistente "B" na Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) no curso de graduação em Direito. Professor convidado dos cursos de Pós-graduação lato sensu em Direito, pela Faculdade de Direito do Centro Universitário CESMAC, pela Faculdade Estácio de Sá (Faculdade de Alagoas - FAL), pela Faculdade de Direito FAMA e pela Faculdade Raimundo Marinho (FRM); Por meio do CNPq é criador e líder do GECCOPE e GEDD; respectivamente, Grupo de Estudos da Ciência Conjunta Penal e do Grupo de Estudos em Gênero, Diversidades e Direitos Humanos; Graduado em Direito  pelo CESMAC. Mestre em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Doutorando em Educação pelo Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGEdu/ UFRGS); Pós-graduado pela Escola Superior da Magistratura de Alagoas (ESMAL); Pós-graduado pela Escola Superior do Ministério Público de Alagoas (ESMPAL) e Centro Universitário do CESMAC;  Maceió, Alagoas; Brasil.

Publicado
2021-01-30
Como Citar
Vieira, C. L. de L., Santos, J. S. A. dos, & Silva, L. L. I. da. (2021). Micromachismo: a invisibilidade da violência psicológica contra as mulheres. Diversitas Journal, 6(1), 999-1005. https://doi.org/10.17648/diversitas-journal-v6i1-1576
Seção
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas