Desafios de uma jovem ribeirinha - um rio onde se nasce, cresce e se vive: nasci aqui, cresci aqui, minha vida foi toda aqui

  • Humberto Ferreira da Silva Universidade Federal de Sergipe
  • Jairton Peterson Rodrigues dos Santos Universidade Federal de Sergipe

Resumo

RESUMO: Este artigo visa apresentar a realidade daqueles que vivem em um assentamento através do olhar da jovem Joice dos Santos Silva, de vinte anos que vive no assentamento Florestan Fernandes, localizado no povoado Oroco, em Canindé do São Francisco-SE. Uma comunidade que vive na região circundante ao Rio São Francisco. Através da história oral analisamos a trajetória de vida e as expectativas de futuro em uma relação de interdependência geopolítica social com seu território.  Este artigo teve como metodologia a análise de entrevista e relato oral na comunidade.

PALAVRAS-CHAVE: História oral, Joice dos Santos Silva, História local, assentamento, Canindé do São Francisco-SE.

Biografia do Autor

Humberto Ferreira da Silva, Universidade Federal de Sergipe

Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES), Mestrando em Ensino de História do ProfHistória da Universidade Federal de Sergipe. Professor da Rede pública do Estado de Sergipe e do Município de Lagarto-SE. Mestrando em Ensino de História do ProfHistória da Universidade Federal de Sergipe.

Jairton Peterson Rodrigues dos Santos, Universidade Federal de Sergipe

Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES), Mestrando em Ensino de História do ProfHistória da Universidade Federal de Sergipe. Professor da Rede pública do Estado de Sergipe, do Município de Estância-SE e Rede Particular.

Publicado
2020-04-09
Como Citar
Silva, H. F. da, & Santos, J. P. R. dos. (2020). Desafios de uma jovem ribeirinha - um rio onde se nasce, cresce e se vive: nasci aqui, cresci aqui, minha vida foi toda aqui. Diversitas Journal, 5(2), 1339-1353. https://doi.org/10.17648/diversitas-journal-v5i2-1129
Seção
Dossiê Temático - História oral e territorialidades sertanejas